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Portugal

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Portugal (de nome oficial República Portuguesa) fica situado no sudoeste da Europa, na zona Ocidental da Península Ibérica e é o país mais ocidental da Europa, delimitado a Norte e a Leste pelo reino de Espanha e a Sul e Oeste pelo Oceano Atlântico. O território de Portugal compreende ainda as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, situados no hemisfério norte do Oceano Atlântico.

Durante os séculos XV e XVI, Portugal era a maior potência económica, social e cultural do mundo, com um vasto império mundial. É hoje um país desenvolvido, economicamente próspero, social e politicamente estável e humanamente desenvolvido. Membro da União Europeia desde 1986, é um dos países fundadores da Zona Euro, NATO (ou OTAN) e da OCDE.

Capital Lisboa (38°42'N 9°11'O)
Língua oficial Português
Governo Democracia parlamentar
Formação (868 d.C.)
- Independência: 24 de Junho de 1128
- Reconhecida: 05 de Outubro de 1143

Área
- Total: 92,391 km²
- Água: (%) 0.5

Fonte: wikipedia

 
 


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  segunda-feira, dezembro 05, 2005

  POETAS & POETISAS 

 


Lá fora a chuva cai
O fim de semana chegou
(...)
Na passada sexta-feira, o blog NA ESCURIDÃO DA NOITE lançou um repto aos leitores de serem um poeta neste fim-de-semana e como gostamos dos três poemas optamos publica-los todos. Aos participantes um bem haja,
O Seu blog de Literarura.

Lá fora a chuva cai
O fim de semana chegou
Mais um dia se passou
Mais umas horas de angústia e solidão
Que parecem não passar

Em mim cai a chuva também
Em forma de lágrimas soltas
Soluços reprimidos
Alma cansada de lutar e procurar
Vazia, oca e sem sentido

E mais um fim de semana se passou
Sem ti
Aqui
Para partilhar a minha vida

E a chuva cai
Indiferente
Ao meu sentir

Escrito por Partilhando o meu eu

----------------------------------------

Lá fora a chuva cai
O fim de semana chegou
A rua deserta rende-se à terrível escuridão.
Lojas fechadas. Apenas cães vagueiam pensativos,
Carros, cada vez mais raros, quebram a evasão,
Rasgam a noite adormecida, desaparecem esquivos.

E as gotas da chuva salpicam a janela.

É Domingo. E eu nunca gostei do Domingo.
Como estátua de cera, vou ficar aqui, quieto, calado,
Esperar pelo momento ansiado em que me vingo,
Encarnando a raiva deste silêncio febril, envergonhado.

E a chuva fortificada desafia a janela.

Oiço apenas o sangue latejar-me nos ouvidos,
Como se eu fosse um autómato pré-programado,
De emoções e sentimentos trancados e proibidos,
Com passado mais que secreto e futuro adiado.

E a janela combate a força da chuva.

Os candeeiros da rua acendem-se bruscamente!
Peço-lhes, gentilmente, que se voltem a apagar:
“Essa vossa luz alaranjada, teimosa e insistente,
Empalidece toda a beleza rutilante do meu luar”.

E a chuva feroz chicoteia a janela.

É com silencio trocista que me olham desafiantes,
E o luar esmorece enquanto o observo desfalecer,
Sou percorrido por certezas amargas e lancinantes,
De que nada tenho a ganhar, nada tenho a perder.

E a janela rende-se finalmente, alagada.

Escrito por EXTRANUMERÁRIO.....

----------------------------------------

Lá fora a chuva cai
O fim de semana chegou
E...
Se eu pudesse atingir
a quietude das coisas simples,
a serenidade das harmonias mortas,
e dormitar na inconsciência
de tudo quanto não existe!
Se eu pudesse banir a melancolia,
porque me atormenta,
me afunda,
me reduz ao desespero de não saber viver!
Se eu pudesse perseverar em ser alegre,
fruir confiança
e reter na minha alma
sómente os momentos divinos de prazer!
Viver só por viver!
Nada querer além da vida,
não devassar meu Eu,
e embalar-me tranquilamente na esperança dos meus sonhos!

Ah! Se eu pudesse adormecer!...

Escrito por Menina Marota
 

NA ESCURIDÃO DA NOITE - O blog do poeta anónimo

 


2 Comentários:

Blogger Ana Maria disse...
Ah! poetisa se eu pudesse cantava este poema!
06 dezembro, 2005 13:00  
Blogger simplesmente...mais eu disse...
Muito obrigada por publicarem o meu!!!
07 dezembro, 2005 23:52  

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